Día de la amistad: si su amigo le critica es porque le quiere. Colaboración articulo Buena Vida El Pais. 30 JUL 2017 –

 

Día de la amistad: si su amigo le critica es porque le quiere

ALICIA GONZÁLEZ BETANCORT periodista

La próxima vez que su amigo le indique que su atuendo no le queda bien intente no tomárselo tan “a pecho”. Lo más probable es que lo haga porque le quiere: o al menos, esta ha sido la conclusión de un estudio de la Universidad de Plymouth (Reino Unido).

La investigación contó con 140 participantes, a quienes se le formularon a una serie de preguntas hipotéticas para analizar qué les motivaba a enunciar un juicio sobre un ser querido. “En algunos casos las críticas constructivas pueden resultar beneficiosas para el recibidor”, explicó la autora del estudio Belén López-Pérez: al recriminar a un compañero que no ha estudiado lo suficiente para un examen, por ejemplo, podríamos lograr que se aplicase más.

En este sentido, los científicos descubrieron que los participantes más bordesmostraban una mayor tendencia a la empatía. Es decir, lo hacían porque querían que sus parejas alcanzaran las metas que se habían propuesto.

No obstante, según un estudio de la Universidad de Wake Forest (EE UU) las personas que viven criticando a terceros muestran perfiles que tienden a la negatividad, a la infelicidad e incluso hacia la depresión. Por el contrario, quienes acostumbran a fijarse siempre en lo mejor de sus semejantes, suelen ser más felices. Además, poseen una satisfacción personal bastante equilibrada, según esta investigación publicada en el Journal of Personality and Social Psychology.

Si la crítica no suma, que no reste

Querer que nuestros más allegados triunfen es un sentimiento noble. Es algo que no se consigue a base de mentiras piadosas, pero no es excusa para descuidar las formas. Hablar de manera sincera—pero con tacto— es la clave para establecer relaciones interpersonales saludables, según Juan Cruz, psicólogo clínico del Colegio Oficial de Psicólogos de Madrid.

Se debe a que la mayoría de nosotros no encajamos bien las críticas. Las estadísticas indican que ante un comentario de este tipo, un 70% de personas reaccionará sintiéndose herida, un 20% la rechazará negándola, y tan solo un 10% reflexionará serenamente, la interiorizará y decidirá si debe o no cambiar alguna conducta.

También influye que no todas las críticas son iguales, por lo que no siempre producen el mismo efecto: “si se trata de una observación, las posibilidades de que sea bien recibida aumentan considerablemente. En cambio, si la crítica implica un juicio, es muy probable que siente mal”, explica Cruz.

En cualquier caso, el motivo de que nos afecte tanto “no es otro que nuestra inseguridad”, añade. Cuanto menos seguros estemos internamente, más vulnerables seremos a la crítica. Por ello, el experto aconseja desarrollar “técnicas de asertividad”, para “saber valorar si una crítica le va a ayudar a crecer y a mejorar o si, por el contrario, es una proyección de la inseguridad de quien la emite”.

Si se trata de una crítica constructiva lo mejor es “aceptarla con humildad” pero para protegerse de los ataques sin dañar, según el experto, “conviene hablar en primera persona“. O lo que es lo mismo: la próxima vez que alguien ponga a prueba su paciencia, en vez de responder ‘me está poniendo nervioso’, pruebe a contestar ‘lo que me está diciendo me hace sentir nervioso’. De este modo, “el juicio se centra en la conducta —y no en su persona— dándole la oportunidad de cambiar”, concluye Cruz.

FUENTE   Buena Vida El Pais

 

 

 

Bastam décimos de segundos para reconhecer seu melhor amigo

Amizade à primeira vista existe: nosso cérebro age exatamente da forma como nos apaixonamos

Não importa se você tem muitos ou poucos amigos.Lembra-se de como eles entraram na sua vida? Claro que as formas de fazer amizade são tão variadas quanto as histórias de cada um. Mas é provável que sua trajetória englobe relações que surgiram do nada, como uma fagulha: você foi apresentado a uma pessoa e soube logo de cara, antes mesmo de ela abrir a boca, que se dariam bem. Essas conexões especiais e fulgurantes existem – e a ciência, buscando uma explicação, concluiu que são como enamoramentos. Paixões à primeira vista. Para entender o processo, é preciso partir de uma ideia básica: quase todo mundo gosta de fazer novos amigos. “O ser humano é sociável por natureza e precisa da amizade desde que nasce, passando por todo o processo da vida até o envelhecimento”, explica o psicólogo Juan Cruz, membro da Ordem de Psicólogos de Madri.

Estamos, portanto, predispostos a abrir a porta a pessoas que nos tragam o que pedimos à amizade. “Esse vínculo é um espaço em que podemos nos mostrar como realmente somos”, diz Cruz. “Onde podemos nos expressar emocionalmente com confiança, afeto e humor. Um amigo aceita você como é. Isso se vincula com a nossa própria essência, com a nossa autoestima.”

Um estudo publicado pela Universidade do Estado da Califórnia, San Bernardino (EUA), classificou essas amizades que surgem subitamente no grupo de relações de “química interpessoal”, um conceito desenvolvido na última década no terreno da psicologia e que se refere a “uma conexão emocional e psicológica entre dois indivíduos”, afirma o estudo. Essa química estaria por trás das relações românticas… e da amizade.

Assim responde nosso cérebro

Para explicar os mecanismos que desencadeiam essa atração, é preciso recorrer à neurologia. Em 2009, pesquisadores da Universidade de Nova York (EUA)averiguaram de que maneira as primeiras impressões são formadas. E publicaram as conclusões na revista Science: quando conhecemos alguém, ativam-se principalmente três zonas do cérebro (a amígdala, o córtex pré-frontal e o córtex cingular posterior), que nos dizem de antemão se vamos nos dar bem com tal pessoa.

“A amígdala é uma região do cérebro muito envolvida na resposta emocional, e tudo o que se relaciona com ela (incluindo a amizade, os desgostos, o medo…) será ativado”, afirma Pablo Irimia, membro da Sociedade Espanhola de Neurologia. “O córtex pré-frontal nos permite estabelecer julgamentos sobre outras pessoas e suas intenções, ajudando-nos a formular uma resposta. O córtex cingular posterior é associado à empatia.”

“Quando conhecemos alguém, ocorre uma alteração em vários neurotransmissores que faz com que tenhamos uma impressão muito rápida sobre se essa pessoa é a que mais combina conosco” (Pablo Irimia, neurologista)

As mesmas regiões do cérebro são mencionadas no estudo Neuroetiologia da Amizade, da Universidade Duke (EUA), publicado em 2014. O trabalho afirma que uma amizade exige a informação da outra pessoa e estabelece os sinais olfativos, vocais e visuais como pistas importantes. Exatamente como ocorre com o amor, revela o estudo A Neurobiologia do Amor, publicado pela University College London (Inglaterra) em 2007. Desse modo, “ocorre uma alteração em vários neurotransmissores que faz com que tenhamos uma impressão muito rápida sobre se essa pessoa é a que estávamos buscando ou a que mais combina conosco”, diz Irimia.

Esse padrão ideal está gravado no cérebro. E quando nossos neurônios o detectam em outra pessoa, soa música celestial. “Esse padrão não é improvisado”, diz o neurologista. “É um processo de aprendizagem do que vivemos em nossa família e nosso ambiente. Vamos criando uma imagem de qual é a pessoa que, em princípio, se encaixaria mais com a nossa forma de ser.” Como diz o psicólogo Juan Cruz, essa imagem ideal se baseia em nossas vivências. “A memória tem um papel fundamental. Quando você se lembra de experiências positivas com seres queridos e encontra pessoas com características similares, o cérebro associa as recordações com elas. E sentimos essa afinidade. Isso ocorre em décimos de segundo.”

FUENTE   Buena Vida El Pais

 

 

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